Fernanda Polati
- Coletivo Marianas

- há 4 dias
- 2 min de leitura
Atualizado: há 14 horas

Fernanda Polati é formada em comunicação social, pós-graduada em práticas integrativas e complementares em saúde, terapeuta holística, mestre em reiki usui tibetano e especialista em terapia floral, com florais de Bach.
Atualmente, depois do quarenta anos, está mergulhando em um mundo que a cativou desde a adolescência: a escrita.
Alguns textos da autora
O passado reaparece devagarinho em uma caminhada no fim de tarde de verão, trazendo à tona recordações doloridas que estavam escondidas embaixo de uma folha de jornal velho ... a vida é essa? Engolir toda a vez que lembrar? Ele levou a chave da gavetinha das memórias.
.
A solidão no meio de uma multidão
Tantas e tantas pessoas e nenhuma delas é você. Seu jeito de andar, desengonçado, seu jeito de prender o cabelo, que eu te ensinei que era melhor trança. Sua maturidade e infantilidade no mesmo corpo, confundido até você mesmo. Sua dualidade me amando em um dia e me desprezando nos próximos 15. Vai, diz adeus, que nao acabou. No fundo eu sei que acabou, só quero fingir que nao sei. Quero sair correndo, pular num precipício e sair voando. Virar borboleta. Não ter memória, apenas sobreviver. Por enquanto vamos sobrevivendo cono humanos do jeito que dá. Na solidão acompanhada de milhares de seres sem rosto
.
Deixa eu te mimar,
Meu bem
Te fazer feliz
Ser teu apoio
Tua mão
Teu ombro quando precisar
Deixa eu me entregar
Te acompanhar
Te dar meus melhores sorrisos
E viver meus melhores momentos
Tenho tão pouco tempo
.
Tarde demais
Tenho saudades do seu sorriso de menina
Tão espontâneo e claro
Tão vivo
O brilho dos seus olhos refletia sua alma
Uma pureza encantadora de poucos
Suas curvas, tão perfeitas
Alinhadas com o por do sol
Em desalinho com meu desejo
Sorriam me condenando
Seu toque
Mais que um simples toque, amor
O sentimento brotava de suas mãos
Saltava sem dono de dentro da alma
Atingia quem quer que fosse
E seguia,
Levando alegria sem esperar
E eu sinto
Sinto saudades agora
Por não perceber a tempo
Coautoria
Antologia suja (Donizela, 2025)
Amar em versos (Lura Editorial, 2025)
Gênero é água (Donizela, 2026)
Saiba mais sobre Fernanda Polati
Publicado por: Tânia d'Arc





Comentários